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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Motos exclusivas, ainda mais exclusivas


O mercado atual de motocicletas ao redor do mundo todo apresenta uma vasta gama de modelos, marcas e estilos, que poodem ser cross, trail, trial, custom, naked, supersport, entre outros. Um estilo em específico, o das superesportivas, sempre foi sinônimo de status, velocidade e exclusividade. A cerca de uma década atrás, possuir uma SRAD, uma Ninja, uma CBR (das grandes), uma R1, ou a rainha delas, a GSXR-1300 Hayabusa, era garantia de diferenciação, e para os proprietários da Hayabusa, a casa dos 300km/h era quase exclusiva.
Uma moto original, mesmo que uma superesportiva, apesar de apresentar ítens opcionais, além de cores e versões de motorização, pode ser retirada da revenda exatamente igual a outra já vendida. Para quem possui cerca de R$ 80 mil para a compra de seu veículo duas rodas, possuir uma identidade própria em sua máquina passou a ser essencial, pois bastava possuir o mesmo poder aquisitivo, que outra pessoa, mesmo que não entenda ou goste destas máquinas fantásticas, pode andar com um brinquedo igual ao seu...Qual foi a solução? A personalização de suas motos, podendo ficar restrita ao visual, ao motor, uma pintura especial, rodas e acessórios, ou o que a imaginação ( e o bolso, é claro) permitir.


Conforme sugere o próprio nome, a customização é algo pessoal, e portanto, muitas vezes de gosto discutível, mas mesmo assim merecedor de nossa admiração. A moto acima, uma R1, foi customizada de forma a tornar-se uma moto mais leve, com diminuição da carenagem, retirada de alguns componentes, cor e grafismos personalizados, ou seja, ao estilo do dono.

Já esta Busa pussui uma série de modificações e acessórios, como rodas especiais, rebaixamento da dianteira, pintura exclusiva, escape esportivo, alongamento da balança traseira e kit monoposto, além de alguns acessórios e partes cromadas.

Algumas customizações, conforme citado anteriromente, são de gosto bastante peculiar, como exemplo essa SRAD transformada em trike, que apesar de parecer um serviço de primeira, deve agradar provavelmente o dono, o transformador e um grupo de amigos, coniventes com este crime!

Mas, temos de concordar que a grande maioria das customizações termina em um grande e admirável resultado quando os ítens modificados ou trocados apresentam harmonia entre sí, ajudando a destacar os grandes customizadores e os proprietários de suas máquinas maravilhosas!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Visual e exclusividade com a Balança Monobraço


Uma das formas de customização mais interessantes para melhorar o visual de uma moto e que se adapta muito bem ao estilo tanto das choppers quanto das superbikes, é a instalação de um kit para conversão da balança traseira original por uma com sistema monobraço. Este tipo de balança, como sugere o próprio nome, conecta-se a roda por apenas um dos lados, diferente da maioria dos estilos de balança, que normalmente prende a roda pelos dois lados.

A grande vantagem prática, sem contar a beleza, fica por conta da simplicidade para a retirada da roda, que fica mais fácil do que em um sistema convencional, pois na maioria dos kits de conversão, são retirados alguns parafusos ou apenas um, na ocasião da troca de um pneu,ou reparo de uma roda. Na prática, fica muito semelhante à retirada de uma roda de carro.

Ao contrário do que se imagina, este estilo de balança traseira não é uma novidade, pois, no final dos anos 40, precisamente em 1949 uma motocicleta alemã chamada Imme já possuía o sistema e em 1950, o mesmo já estava presente na Moto Guzzi Galetto. Algumas motocicletas atuais saem originais de fábrica apresentam esse sistema, como exemplo as BMW HP2 Sport e as Ducati 1098 e alguns modelos da Inglesa Triumph.



O mais interessante, em termos de visual, é a exposição total (pelo menos em um dos lados) da roda, o que embeleza a moto e valoriza o design da roda e do conjunto final, fazendo das máquinas equipadas com este sistema, um pouco mais exclusivas, além de proporcionar um pequeno ganho em relação ao peso versus potência, sempre bem vindo em qualquer moto!

AS MOTOS MAIS CARAS DO MUNDO

Em uma época em que todos falam somente em crise, na falta de dinheiro e crédito, as vendas de motocicletas e automóveis deram uma esfriada, o que forçou o mercado a reduzir drasticamente seus preços, e aumentar a oferta de serviços agregados para poder vender. Porém, existe um segmento do amplo mercado mundial que não se importa muito com isso, pois suas compras são feitas a partir da premissa: o mais caro é o mais exclusivo. Assim, apresento hoje as grandes vedetes deste mercado e sonhos de consumo de nós, simples mortais: AS MOTOS MAIS CARAS DO MUNDO.

Em quarto lugar, apresentamos a exclusiva MV Augusta F4 CC (foto acima), criada pela famosa e sofisticada marca italiana para ser uma motocicleta especial, feita para atender este nicho exclusivo, com a proposta de ser única. Suas especificações: velocidade máxima de 315 km/h, 198 HP, extraídos de um motor quatro cilindros com exatas 1098cc. Cada exemplar ostenta uma placa, perto da coluna de direção com seu respectivo número de série, de 1 a 100, pois somente 100 afortunados desfrutarão deste raro prazer, pela bagatela de 133.745 US$, ou, na cotação de hoje, R$ 301.ooo. Preço sugerido sem taxas de importação.


Já na terceira posição em nosso ranking das de maior valor é ocupada pela MTT Turbine Superbike, movida por nada menos que uma turbina de avião, fabricada pela inglesa Rolls Royce, capaz de produzir acima dos 300 HPs, o que lhe garante o título, registrado no Guiness Book, de “A motocicleta mais potente já fabricada em série, no mundo”. Apresenta muitos componentes em fibra de carbono, que garantem leveza e resistência a sua carroceria, possui uma câmera na parte traseira com monitor LCD, detector de radar que funciona em 360°, e também ficou famosa no cinema, fazendo parte do elenco do filme “Fúria em duas rodas”, produção Hollywoodiana sobre motos velozes. Custo do brinquedo:US$ 150.000, ou R$ 338.000!

Cena do filme “Fúria em duas rodas”


Na vice-liderança de nosso ranking, aparece a concept bike Macchia Nera ,produzida utilizando como base o motor da Ducati 998RS, onde os engenheiros e projetistas italianos, tinham como objetivo construir uma motocicleta para as pistas, sem restrições em orçamento, utilizando a mais alta tecnologia disponível. O motor Testastretta da Ducati, foi encaixado em um chassi e estruturas totalmente fabricados com os metais mais leves e resistentes, como o titânio e alumínio. Apesar do fato de não possuir produção em série, quem possuir US$ 201.000 (R$ 453.000) sobrando, provavelmente poderá possuir um brinquedo novo e exclusivo.


O troféu de moto mais cara do planeta em linha de produção fica para a famosa Dodge Tomahawk, de produção limitada em apenas uma centena de unidades, essa imponente máquina ostenta o motor Dodge V10 de impressionantes 8.3 litros, atinge impressionantes 400 km/h e rompe a casa dos 100 km/h em apenas 2,5 segundos. Preço sugerido? Um quarto de milhão de dólares, ou algo em torno de R$ 560.000. Uma boa forma de presentear-se no Natal!
fonte: most-expensive.net